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10KPNR
A proposta da banda é fazer ROCK, misturando várias influências. Nossos principais estilos de influência são Rock, jazz e experime
10KPNR
A proposta da banda é fazer ROCK, misturando várias influências. Nossos principais estilos de influência são Rock, jazz e experimentalismo. Varias bandas e músicos nos Influenciaram :RUSH, THE DOORS, LEGIAO URBANA, ,LED ZEPPELIN,THE WHO, 7TH AVENUE, VAN HALEN, KORN, DEEP PURPLE, STEVE VAI, YES, BLACK SABBATH, ASTAROTH, QUEEN, ALICE IN CHAINS, BEATLES, SYSTEM OF A DOWN, ENTRE OUTRAS. Pode-se destacar vários acontecimentos importantes na banda. Desde 1995 a banda já está na internet, no site alternative, que funciona como um "museu" virtual, nesse site mostra fotos do primeiro show da 10KPNR. Então a 10K é uma as primeiras bandas de rock e Porto Alegre a marcar presença na INTERNET. Em 2000 a banda entra de vez na divulgação via Internet de seu primeiro CD o "Proteínas Primitivas" que ainda está disponível para compra em uma distribuidora em São Paulo. Neste mesmo ano a banda envia o mp3 de "Sociedade Terminal" para o site dgolpe.com, e fica em primeiro lugar em downloads no mundo. Esse top reverteu em destaque internacional para a banda e convites para shows na Europa que não foram possíveis devidos a fatores financeiros. Alguns shows importantes da banda nesse período foram os show no PROJETO 10000 e Uma Noites, em Novo Hamburgo, abrindo para os REPLICANTES na extinta Embaixada do Rock. Em 2006 a banda lança o seu PROMO CD "REGULAR GUYS CAN MAKE HEAVY METAL" marcando a nova fase mais aprimorada e experimental da banda! Esse PROMO já tem mais de 1000 downloads feitos, a maioria na Europa e Asia!
Responsável:
Luis Motta
E-mail:
contato@10kpnr.mus.br
Fone:
(51)8177-1712
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14ºcomando
COMFIRA MAIS SOBRE O GRUPO 14COMANDO ENTRE NOS LINKS ABAIXO E BAIXE AS MUSICAS OLHE AS FOTOS COMFIRA VALE APENA!!!!!!!! bandasdega
14ºcomando
COMFIRA MAIS SOBRE O GRUPO 14COMANDO ENTRE NOS LINKS ABAIXO E BAIXE AS MUSICAS OLHE AS FOTOS COMFIRA VALE APENA!!!!!!!! bandasdegaragem.com.br/14comando http://www.8p.com.br/olhaminhabandadehiphop/14comando http://palcoprincipal.sapo.pt/14comando http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/14comando http://www.myspace.com/14comando ...1 DIA EN UMA EPOCA NAO MUITO PROSPERA ESSES JOVENS APRENDIZES ACREDITARAO QUE PODIAN FAZER ALGO DE MUITO IMPORTANTE PELA ART E PELA CULTURA HIP HOP E FALA O QUE A SOCIEDADE NAO QUER OUVIR E FINGE NAO VER...
Responsável:
fubu
E-mail:
gefubu@hotmail.com
Fone:
(51)97843599
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600ml
www.600ml.com.br
600ml
www.600ml.com.br
Responsável:
Charles
E-mail:
charles@600ml.com.br
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xxx
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A Corda Criança
Lançado em novembro de 2005, o CD "A Corda Criança" apresenta composições, arranjos e direção artística de Risomá Cordeiro, contan
A Corda Criança
Lançado em novembro de 2005, o CD "A Corda Criança" apresenta composições, arranjos e direção artística de Risomá Cordeiro, contando com a participação de instrumentistas e intérpretes de diversas tendências, reunidos em torno da idéia da inclusão social de crianças carentes em torno da música.
Entre os cantores, Nei Lisboa, Dudu Sperb, Risomá Cordeiro, Fernanda Lopes e Laura Fróes, dividiram os vocais com os alunos Joana Soares, Vitória Arcer, Chico e João Gabriel, ao lado do coro das demais crianças das escolas participantes do projeto. Além destes, tivemos a participação de mais de uma dezena de instrumentistas, entre eles, Rosangela dos Santos, Lucas Martinelli, Guiomar Ribas, Silvane Guerra, Esdras Bedai, Mateus Kleber, Neemias Silva Santos, Paulo Roberto da Silva, Ulisses Ferreti e Cláudio Calcanhoto.
Canções feitas para crianças são correntes. Esta, porém, não é uma coleção de canções de qualquer lugar.
As canções compostas por Risomá são raras. Não muito complicadas, não muito simples, as canções são de todos: para crianças grandes e pequenas. Estruturadas a partir da convivência com crianças, as canções partem da lógica do mundo infantil, com surpresas e diálogos, porém com temas que pertencem à vida humana.
A relação do músico-poeta-pedagogo com as crianças aparece na seleção coerente de temas inteiramente conectados ao mapa sociocultural da atualidade. Não é, portanto, uma seleção arbitrária. A imaginação do músico é estimulada pela leitura do mundo infantil. Aí reside a originalidade das canções concebidas como uma música visual que partem da imaginação e do concreto.
Risomá escreve suas peças para crianças, mas não se esquece da pedagogia necessária. O que se aprende com essas canções, são conhecimentos básicos como o prazer de inventar, improvisar, de não perder o gosto pela música, e o falar sobre o cotidiano.
Com a projeção do pedagogo e a criatividade do artista-músico, os arranjos vocais e instrumentais realizados conseguem respeitar o espírito e a clareza dos textos. A linguagem que caracteriza as canções está de acordo com a sensibilidade e com o mundo sonoro de hoje. As canções não vêm sozinhas. Estão bem acompanhadas de vozes, violão, piano, acordeão, contrabaixo e instrumentos de percussão. Além disso, estão enriquecidas com a incorporação de objetos sonoros e recursos também não tradicionais.
Existe uma diferença entre música para crianças e música sobre crianças. Risomá opta pelo primeiro tipo. O material é engraçado e sensível. Leva a sério os sentimentos e preocupações das crianças com respeito, fugindo de uma produção estereotipada disponível no mercado.
Embora inspirado pela infância, o CD põe ao alcance do público em geral uma obra de indiscutível mérito artístico, mas também um material cujo valor didático é da maior importância para a formação musical.
As crianças grandes geralmente não gostam de música para crianças. Mas este CD deve ganhar espaço não só nos quartos das crianças, mas também na biblioteca dos professores, das escolas e de outras instituições onde a música está presente. Ele oferece com suas canções aquilo que o conceito contemporâneo de música para crianças, com menor ou maior intensidade, inclui: lírica inteligente, humor, rimas e jogos de palavras, temas atuais, diálogos, textos que explicam e alegram o cotidiano. Assim, essa coletânea ultrapassa a idéia de que música para crianças não possa ser uma produção artística.
Há muito sabemos que a infância (que são muitas!) não é uma preparação, uma pré-fase da vida adulta. Ou seja, a infância não é uma fase antes da vida. Por isso merece a melhor qualidade musical. Canções que sejam divertidas, interessantes, bonitas e bem produzidas.
As crianças têm uma grande capacidade para absorver toda a música que as rodeia. Sabemos também que crianças cantam as canções que estão na moda, nos meios de comunicação. Ampliar esse repertório com outras canções em toda a sua riqueza de versos e arranjos é uma tarefa delicada e por isso devemos agradecer a todos que se empenharam na realização desse CD.
Jusamara Souza
Profa. do Departamento de Música
da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Responsável:
Odara Produções
E-mail:
odara@cpovo.net
Fone:
5191210880
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A PIRA
A PIRA
Responsável:
AC3 STUDIO
E-mail:
Fone:
3483-2947
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A3
A3
Responsável:
Adriano Sperandir
E-mail:
adrianoadriana@terra.com.br
Fone:
51-36011558
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Adeptos
Deveria acontecer assim:
Dois caras se conhecem na escola, descobrem um gosto em comum pela arte da música e então decidem mont
Adeptos
Deveria acontecer assim:
Dois caras se conhecem na escola, descobrem um gosto em comum pela arte da música e então decidem montar uma banda. Mas neste caso não foi bem assim.
Marcelo Salvi (bateria) e Róbson Maciel (guitarra) se conheceram na mesma escola, estudaram juntos, moravam no mesmo bairro, mas jamais sequer imaginaram que anos depois teriam uma banda.
O Tempo Passa...
Cada um para um lado, e por volta do meio dos anos 90, se reencontram meio que por acaso. Marcelo tinha uma banda de punk rock, e Róbson fora ao ensaio da tal banda. Nesta, tocava um cara que também morava no mesmo bairro, pois conhecera de vista, este, então guitarrista, era Marcos Zagonel (atual baixista). Dai foi um passo para trocarem algumas idéias e começarem a compor com o auxílio de Selmar Schimidt, até então vocalista da banda (a qual deixaria mais tarde). Marcelo e Selmar eram o cérebro dos Adeptos, varavam a madrugada compondo, inspirados em bandas como Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Ira..., basicamente o rock dos anos 80. Após a saída do vocalista, cada um foi para um lado, mas alguma coisa ainda os atraia, a bendita vontade de tocar.
Até que em 2002 os três remanescentes convocam Arsenio Júnior (voz) e entram em estúdio com o propósito de lançar um single para ser distribuído entre rádios e gravadoras. Mas ficaram tão surpresos com a qualidade sonora obtida, que decidem gravar um cd demo com mais músicas.
Agora é esperar e conferir este som que remete você de certa forma de volta aos anos 80, mas não deixando de forma alguma de ter uma identidade própria. Boa viagem!
Você nunca ouviu nada igual!
Responsável:
Marcelo Salvi
E-mail:
marcelosalvi@gmail.com
Fone:
(51) 8142-6071
Site do produtor:
Site da banda:
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ADILSON RODRIGUEIRO
Poeta, músico, compositor e intérprete portoalegrense.
4 livros e CDs autorais editados;
ADILSON RODRIGUEIRO
Poeta, músico, compositor e intérprete portoalegrense.
4 livros e CDs autorais editados;
Responsável:
adilson rodrigueiro
E-mail:
poeta.vadio@terra.com.br
Fone:
(51) 9716-7421
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Adriana Deffenti
ADRIANA DEFFENTI
Não se pode querer tudo
Texto de Juarez Fonseca (jornalista e crítico musical)
Ao entrevistarem uma canto
Adriana Deffenti
ADRIANA DEFFENTI
Não se pode querer tudo
Texto de Juarez Fonseca (jornalista e crítico musical)
Ao entrevistarem uma cantora nova, os jornalistas quase sempre querem saber de suas influências. Sendo gaúcha, então, as comparações com "Aquela" vêm de imediato. É um modo de começar a conversa a partir de alguma referência, e Adriana Deffenti até poderia aceitar esse caminho, reconhecer-se em alguém. Mas prefere a pura sinceridade, surpreendendo com uma afirmação incomum: "Não tenho influência de nenhuma cantora". Da mesma forma, intrigará o entrevistador que perguntar sobre seu estilo, porque não há um só. Adriana é uma soma, resultado mais ou menos complexo de uma artista completa formada no ambiente multicultural de Porto Alegre. Quando assumiu a carreira de cantora, em 1998, veio sem rótulos. Nem de "eclética" era chamada.
O primeiro disco, Peças de Pessoas, de 2002, foi visto pela imprensa como pop. Já o prestigiado Prêmio Açorianos de Música, o situou na categoria MPB. Com acompanhamento de banda, tinha canções dos paulistas Maurício Pereira e Hermelino Neder, de gaúchos consagrados como Vitor Ramil, novos como Juli Manzi, Otávio Santos, Mateus Mapa, e duas surpresas: Going to Califórnia, do Led Zeppelin, e Querendo Chorar, de Teixeirinha. Em 2006, o segundo CD, movido basicamente por violões e percussão, não era mpbista e muito menos pop - andava em outra via, cruzando Herbert Vianna, Luiz Tatit e Nei Lisboa, a portuguesa Maria João, o uruguaio Eduardo Mateo, os argentinos Edgardo Cardozo e Gustavo Cerati (do Soda Stereo).
Nas duas vezes em que foi indicada ao Açorianos pelos discos e respectivos shows, Adriana levou os troféus de melhor intérprete. Disputar com ela é parada difícil para os outros concorrentes. Neste segundo semestre de 2008 ela afina o repertório do terceiro CD, de novo mostrando que não gosta de marcar passo no mesmo lugar. Vem aí uma, digamos, terceira via. O título já está praticamente definido: Malabarismo Íntimo. Saiu de uma entrevista para o jornal Zero Hora na época do lançamento do segundo CD, e que tem muito a ver com o que este texto está dizendo: "No canto popular se fala muito que é preciso ter estilo, identidade. Eu temia que, usando meus recursos técnicos, a voz ficasse irreconhecível. Mas chutei o balde, gosto de brincar com a voz".
"É como na dança", ela continua. "Treinar muito um movimento difícil e conseguir executá-lo é um prazer físico. É como um malabarismo." E aqui estão mais dois elementos para justificar a definição de "artista completa" usada acima, o estudo do canto e a dança. Nascida em uma família que sempre gostou de cantar, aos sete/oito anos Adriana tanto cantava durante as aulas que a professora sugeriu aos pais que a matriculassem em um projeto de alfabetização musical desenvolvido na UFRGS, onde começou a estudar flauta. Precoce, aos 14 anos fez o teste e passou a integrar o rigoroso Coral da UFRGS, formado por universitários. Também seguiu com os estudos de flauta e logo entrou na Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.
Na hora do vestibular, e mesmo que já corresse o ano de 1995, a velha história de que "música não dá grana" levou-a ao curso de Publicidade, na PUC. Confusa, no meio do ano fez vestibular para Música na UFRGS, desistindo em poucos meses. A esta altura, já participara de alguns espetáculos musicais e de dança (como cantora e bailarina), e integrava, cantando e tocando flauta, a banda pop Fróide Explica. "Pela primeira vez cantei com microfone, adorei a função, conheci gente, me aproximei da música popular", recorda. Em 1997, durante os dois meses em que viajou de mochila pela Austrália, conheceu músicos chilenos e - outra primeira vez - cantou em espanhol. Na volta, segue na Fróide e vai estudar canto lírico com Ida Weisfeld, que conhecera no Coral.
Todos estes detalhes iniciais estão aqui para resumir e enfatizar o quanto Adriana Deffenti foi de modo quase instintivo, mas obstinado, se preparando para a carreira de cantora. A sublinhar o processo, há ainda um breve momento de 2001, já cantora de sucesso na cidade, em que atuou no espetáculo Pão e Circo, do Circo Girassol (um Cirque de Soleil em versão local, pequeno e pobre, mas, como se diz, "cumpridor"). No front dos palcos, viveu todas as experiências. Foi também breve vocalista da banda pop-experimental Juli Manzi e Os Heterogênios, cantou na noite com o grupo de jazz do guitarrista James Liberato (nas horas vagas, seu professor de violão). E empurrou o curso de Publicidade até se formar, sabendo que seu negócio era mesmo a música.
Brincando com a voz, estreou como solista em 1998, no show Quem te Ensinou a Dançar, embrião do primeiro disco. Os jornalistas musicais registraram a emergência de uma cantora diferenciada, promessa para os anos 2000. "Parece que foi no século passado", espanta-se. "Pensei em misturas acústicas com eletrônicas, coisas que hoje eu acho meio bobas. Mas fiz shows pelo Estado até isso se esgotar e eu me cansar das músicas. Em 2005, disse ao Marcelo Corsetti, produtor musical de Peças de Pessoas e que sempre me estimulou, que estava difícil decidir o que fazer. Ele propôs fazer uma apresentação light na Livraria Cultura e daí ver como ficava. Eu já tinha dividido o palco com Nei Lisboa, já tinha feito um show cantando músicas dos filmes de Almodóvar..."
Nesse clima, Adriana estreou no Rio em 2006, participando de um projeto com novas cantoras chamado "A Música das Mulheres". Também pela primeira vez cantou em Buenos Aires, no festival "Jazz y Otras Músicas". O sucesso na Argentina levou ao lançamento lá do segundo disco (pela Random Records) e ao convite para uma temporada, em abril de 2008, na casa noturna Notorious, onde foi recepcionada na estréia por Fito Paez. "Tem sido mais fácil me vender por lá do que no Brasil", brinca. Logo depois, em junho, Bobby McFerrin escolheu-a para uma participação no show de Porto Alegre. Com a agenda do segundo semestre marcando apresentações no Rio, em São Paulo e uma visita a Europa, Adriana - ou "La Deffenti", como já é chamada no Sul - quer fazer de 2008 e 2009 os anos de sua projeção nacional. Cantando música boa, para além de rótulos ou carimbos.
Só fica chateada com a decepção de dona Ida, sua professora até 2005, ainda hoje lamentando que é um desperdício ela não ser uma cantora lírica.
Não se pode querer tudo.
Responsável:
Luciana Bitello/Bianca Ruskowski
E-mail:
contatoadrianadeffenti@gmail.com
Fone:
(51) 34716362
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Adriana Marques
VISITE: www.myspace.com/adrianamarquesmpbbrasil
Adriana Marques
Cantora há 28 anos. Foi vocalista das Bandas TOCAIA, Bando Barat
Adriana Marques
VISITE: www.myspace.com/adrianamarquesmpbbrasil
Adriana Marques
Cantora há 28 anos. Foi vocalista das Bandas TOCAIA, Bando Barato Pra Cachorro e Cuidado Que Mancha (gravou o CD Adulto e o CD infantil "A MULHER GIGANTE" ). Concorreu 7 vezes ao Prêmio Açorianos de Música , em diferentes categorias, tendo recebido o troféu 4vezes (Melhor Grupo duas vezes, Melhor Disco, Melhor Show e Melhor Cantora). É Licenciada em Ciências Sociais pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRGS e Pós-Graduada em Projetos Sociais e Culturais pela mesma Universidade e Instituto. Participou de CDs e DVDs de outros artistas de POA (Túlio Piva, Porto Alegre - Meu Canto no Mundo, Cia Teatro Novo 40 anos - Trilhas sonoras,entre outros). Atualmente, é cantora, atriz, arranjadora e uma das autoras do texto do musical 'RÁDIO ESMERALDA AM" , em cartaz há 9 anos (já tendo se apresentado no RS. em SC, PR, DF, MG, MS, SP e RJ).
Responsável:
Adriana Marques
E-mail:
adrianamarques66@hotmail.com
Fone:
(51)98128797
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